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Para quem gosta de correr, fazer amizades, viajar, se divertir e ficar atento a tudo que acontece na equipe mais divertida que existe......

Volta do lago....

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Corrida de Revezamento....

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sábado, 10 de setembro de 2011




Berlim faz uma das maratonas mais belas e organizadas da Europa. Seu percurso plano e quase sem elevações, aliado à condição climática sempre favorável, já renderem seis recordes mundiais na distância, inclusive o estabelecido pelo brasileiro Ronaldo da Costa, em 1998.
            Os corredores largam com o famoso Portão de Brandemburgo nas costas e passam por diversos pontos turísticos da capital alemã, como a Coluna de Vitória, a avenida Unter den Linden, a Ópera do Estado, a Catedral de Berlim, a Biblioteca Nacional, a Universidade de Humbolt, o Parlamento e várias ruínas da época de guerra. A competição, que tem grande massa de público incentivando os corredores o tempo todo, tem seu final triunfal exatamente no ponto de origem. Pouco antes de cruzar a linha de chegada, os participantes passam por baixo do Portão de Brandemburgo. Apesar da quantidade de pessoas, a largada da prova é tranqüila, dividida por nível técnico, e o percurso comporta bem o grande número de inscritos.


Eventos paralelos: no sábado pela manhã, às 9h30, acontece a Breakfast Run, com largada no Harlottenburg Palace / Spandauer Damm e chegada no Olympic Stadium. Na parte da tarde, há duas provas para crianças, a Skating KidsCup, prova de patins inline (às 13h), e a Bambini Run, uma corrida de 500 e 1.000 metros (às 15 h). A famosa Inline-Skating, uma maratona de patins que reúne os melhores patinadores do mundo, é uma das grandes sensações do evento e leva um número enorme de pessoas às ruas.

O que fazer em Berlim em tão pouco tempo?


 
1. Torre de Televisão (Fernsehturm):



                    A Torre de Televisão domina a paisagem serena e plana – quase monótona – de Berlim. 
É um rasgo naquela pasmaceira.  Apesar de ser uma cidade bastante antiga, Berlim conseguiu se livrar das amarras do encastelamento medieval e se tornar uma cidade bem espalhada e ventilada.  Há poucos prédios altos e quase nenhum prédio geminado, especialmente do lado Oriental.  Poucas construções sobressaem no horizonte e, a maior delas, é a Torre de Televisão.  Ela fica na Alexanderplatz e, além da vista, possui um restaurante giratório.







O Tiergarten tem suas peculiaridades.  A primeira delas é que ele parece muito mais um bosque do que um jardim.  Há poucos espaços gramados amplos

(a maior parte deles junto à fachada do Reichstag) onde, nos dias de calor, pessoas se banham de sol no melhor estilo gringo (branquelos quarando no sol até ficarem vermelhos como camarão), mas sua tônica é a presença de árvores que fornecem bastante sombra às pequenas vias que cruzam o parque em forma de teia, desordenadamente.  Mas o que mais chama a atenção no Tiergarten é a sua história macabra: o bosque que se vê hoje era um imenso descampado ao fim da Guerra e, por uma questão prática, foram enterrados ali mesmo milhares de corpos de soldados soviéticos ao fim da Batalha de Berlim – e hoje, quem passa por ali, nem liga para isso.  No Tiergarten estão o Obelisco da Vitória (Siegessäule, na foto ao lado), o Palácio de Belleuve (residência oficial do presidente da Alemanha) e oMemorial de Guerra Soviético.


3. Tempelhof: o velho aeroporto encravado no meio da cidade não é mais a sua fonte única de sobrevivência.  O que outrora fora a principal base de recebimento de víveres dos habitantes de Berlim Ocidental (durante o Cerco de Berlim), Tempelhof foi completamente desativado enquanto aeroporto, tornando-se uma imensa área de lazer para os berlinenses.  Há visitas guiadas organizadas nas suas instalações (que, ouvi dizer, apesar da pequenez e da desativação, ainda são superiores a quase todos os aeroportos do Brasil).  Aliás, das fotos que vi, elas lembram muito a arquitetura da Alemanha Nazista.  Recentemente, um pequeno avião sofreu uma pane no espaço aéreo de Berlim e teve como única alternativa pousar numa das pistas da área de lazer.  O piloto quase foi ensopapado de bolachas pelos recreadores, até que os três passageiros avisaram que o piloto lhes havia salvo a vida com a genial ideia de pousar ali mesmo.  Depois, descobriu-se a pane fora causada porque o piloto havia esquecido de habilitar a alimentação do motor pelo tanque de combustível alternativo.


 Foi sede da Copa do Mundo de 2006 (abrigou o jogo de abertura e a final daquela Copa) e viu a cabeçada de Zidane em Materazzi.  Foi também uma das sedes da Copa de 1974 (três gols em três jogos, apenas).  Também foi sede dos Jogos Olímpicos de 1936 e viu Jesse Owens sagrar-se campeão dos 100m, 200m, do salto em distância e do revezamento 4x100m; viu a última aparição pública de Spiridon Louis (o vencedor da primeira maratona olímpica moderna); viu Sohn Kee-chung, sul coreano de nascimento, vencer a maratona correndo pelo Japão pois seu país estava ocupado pelos japoneses e subir ao pódio para ignorar solenemente a execução do hino nacional nipônico.  Precisa de mais algum motivo para visitá-lo?




5. Palácio de Charlottenburg: o palácio já foi residência oficial de reis da Prússia e outros membros da alta nobreza alemã.  Recentemente, abrigou o presidente da Alemanha por quase três anos, enquanto o Palácio Belleuve era submetido a uma grande obra de restauração.  Hoje ele pertence à Fundação dos Palácios e Jardins Prussianos de Berlim-Brandenburgo e, além de ser, ele próprio, um museu, há pretensões de instalar ali outras coleções.  Ele também é usado para concertos públicos e as visitas podem ser feitas por meio de pacotes que envolvem passeios de ônibus por Berlim, audiência dos concertos, jantares, cruzeiros pelo Spree e, obviamente, a visita às dependências do Palácio.



6.  Zitadelle é uma das fortalezas renascentistas mais bem preservadas da Europa, senão a mais bem conservada.  Sua construção data do século XVI (é quase tão velha quanto o Brasil!) e demorou quase duzentos anos para ela ser, finalmente, tomada por tropas inimigas (o feito está na conta de Napoleão).  Nela foram desenvolvidas  as pesquisas científicas para o desenvolvimento dos gases letais para uso em campos de concentração.  Foi poupada da destruição na Batalha de Berlim por um acordo de rendição negociado entre soviéticos e nazistas.  Depois da ocupação, ela ficou no setor britânico de Berlim Ocidental e foi usada como presídio para criminosos comuns – os prisioneiros de guerra, como Albert SpeerRudolph Hess e Karl Dönitz ficaram reclusos na prisão de Spandau, próximo dali.  Hoje, a Zitadelle é um museu e também hospeda um festival de música.



7. Museu Judaico: só pela sua arquitetura esquisita já deve valer a pena a visita.  Um museu judaico em Berlim, porém, não deve ser somente um prédio bonito.  Deve ser cercado de significado histórico – mais até do que o significado cultural que eu creio seja a principal proposta do museu.  Deve ser mais uma dessas afirmações dos vencedores sobre os vencidos, encravada no meio da Berlim atual, quase que como uma provocação, feita para que os outrora opressores se lembrem permanentemente dos seus erros pretéritos para não repeti-los no futuro.  A única coisa que me faz pensar que, por acaso, eu posso estar equivocado nessa minha concepção (um preconceito, reconheço), é o fato de que, mesmo antes da perseguição deflagrada na Kristallnacht, já existia um museu judaico (em outro prédio, obviamente) em Berlim.  Não sei se sobrou alguma coisa do acervo daquele museu após os fatos ocorridos no III Reich.  Agora, só voltando lá para conferir.  



8. Concerto da Orquestra Filarmônica de Berlim: é uma das melhores e mais famosas orquestras filarmônicas do mundo.  Quando eu estive lá, em agosto, não havia temporada – período de férias (a temporada vai de meados de setembro ao final de junho).  Mais uma boa desculpa para retornar a Berlim e assisti-la em seu habitat natural, no Kulturforum.



  
Andar de barco no Spree: toda cidade precisa de uma fonte de água potável para ser fundada, crescer e continuar a existir.  É por isso que toda cidade antiga europeia tem um rio que lhe corta.  O Tejo em Lisboa, o Sena em Paris, o Tâmisa em Londres, o Danúbio em inúmeras cidades do leste europeu e o Spree em Berlim.  O Spree não tem o mesmo charme ou a mesma fama dos demais.  Berlim não o valoriza como outras cidades fazem com seus rios, mas ela dispõe de passeios fluviais, dos quais os turistas podem fazer bom uso.  Não são a principal atração da cidade, na minha concepção, mas devem ser bem interessantes.  O Spree passa por uma série de atrações turísticas de Berlim e deve forncer ao visitante um ponto de vista diferente dessas atrações: a Hauptbanhof, o Reichstag e seus prédios anexos, a West Side Gallery e a Oberbaumbrücke, só para citar alguns exemplos.  


Alugar uma bicicleta: Berlim é uma cidade quase toda plana.  Quando existem, os aclives são pouco inclinados (embora alguns sejam longos, beeeem longos).  Como se não bastasse, a malha cicloviária é onipresente e o respeito ao ciclista é máximo.  Lá, pareceu-me que os ciclistas têm preferência até mesmo sobre os pedestres – é a única conclusão a que eu pude chegar após quase ser atropelado uma meia dúzia de vezes quando cruzava ciclovias instaladas sobre as calçadas.  Há bicicletários por toda a parte, muitos deles com bicicletas que não devem ver seus donos desde a II Guerra Mundial (talvez não chegue a tanto).  Mas que ninguém ignore que essa atividade é recomendável apenas naquela época em que o clima torna Berlim habitável para seres humanos acostumados a viver nos trópicos, ou seja, no verão do hemisfério norte.

Onde comer? Onde se divertir?                                            

Delicious


Se você está procurando ter uma noite louca, com surpresas inesperadas, o Delicious Donuts é o lugar pra você. Uma vez que tenha passado das cortinas (que um dia devem ter sido suntuosas) você irá se encontrar num bar decaído mas de certa forma chique.
Endereço: Rosenthaler Straße 9
Metrô: Rosenthaler Platz
Preço: A partir de EUR 5,00
Riva Bar

O Riva fica localizado na área uber cool de Mitte.
Meio escuro e de clima aconchegante, o bar fica em uma espécie de túnel e o teto é pintado com vários cores diferentes.
O bar em sí é oval e e tem uma bela vantagem: de qualquer ponto em que você estiver sentado(a), poderá ver todos os presentes, não perdendo de vista quem você estiver de olho. Existem diversos bancos próximos às paredes, para aqueles que quiserem ficar longe da azaração do bar.
O Riva costuma ficar um pouco vazio durante a semana mas, se você curte provar deliciosos coquetéis (os de martini e champagne são a especialidade do lugar) vale a pena visitar este que é considerado um dos 100 melhores bares do mundo!
IEndereçoDircksenstrasse 142
Metrô: Alexanderplatz
Preço: A partir de EUR 10,00


Greenwich 

O Greenwich é tão modernoso que nem se deu o trabalho de colocar o nome do bar do lado de fora e, o staff (todos modelos) acha que a caipirinha não é cool o suficiente para estar na lista de coquetéis. Que afronta aos brasileiros!
Existe um andar elevado com sofás de couro para quem quiser se sentar, mas a graça está em ficar na área do bar verde, onde você será entretido pelos peixes nadando nas paredes, que têm aquários enormes.
Este bar é super famoso entre o público descolado de Berlim e isso é devido à qualidade dos coquetéis, à decoração que é ultra-moderna, e à música, que não decepciona. Mas, prepare-se para pagar mais por todo este estilo, já que a maioria dos coquetéis custa acima de 10 euros
EndereçoGipsstrasse 5 – Mitte
Metrô: Rosenthaler Platz
Preço: A partir de EUR 10,00

O Knaack Klub oferece um pouco de tudo pra todos. São quatro andares divididos em um espaço para música ao vivo, duas pistas de dança e um quarto andar com uma área de jogos, incluíndo mesas de sinuca.
O bar costuma dedicar quatro noites da semana para shows de rock ao vivo, com uma divisão até justa entre atrações alemãs e internacionais. Os dias dos shows variam, por isso, vale a pena ficar de olho no site do bar para ficar por dentro da programação.
As noites com DJs acontecem às quartas, sextas e sábados e costumam atrair um público eclético. Espere ouvir desde o que há de mais novo no minimal alemão ao rock dos anos 80 e 90. Os preços das bebidas não são altos e você vai pagar em torno de 5 euros por uma cerveja. O preço da entrada varia entre 3 e 6 euros. Nada mal!
Endereço : Greifwalderstrasse 224
Metrô: Rosenthaler Platz
Preço: A partir de EUR 5,00

Outras dicas:




















Um comentário:

  1. Ju querida, seu blog ta um showwww!!!
    Super atualizado e antenado!
    Adoro navegar por ele.
    As fotos de hoje estão ótimas e refletem bem o espirito do que foi a corrida!!
    Bjs e obrigada, PAT Girl ( o apelido pegou, kkkk, só mesmo a Rozélia)

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